Antomoda

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Honda revisita nome Valkyrie em modelo com 'motorzão' de 1.8 l

Honda Gold Wing Valkyrie (Foto: Divulgação)
Expandindo sua linha de motos estradeiras, a Honda apresentou, nos Estados Unidos, a nova Gold Wing Valkyrie. Com o lançamento, a marca traz de volta o nome Valkyrie, introduzido originalmente em 1996, a sua gama de motos. Mantendo estilo similar ao da antiga moto, o novo modelo é definido como uma "muscle-bike", segmento de motos com motores de alta cilindrada, comprimento longo e rodas largas, como a Yamaha V-Max, Ducati Diavel, Harley-Davidson V-Rod e Triumph Rocket III.
No Japão, onde apareceu no Salão de Tóquio, que vai até 1º de dezembro, a motocicleta é chamada de F6C. Como base, a moto "musculosa" traz como base o conjunto da touring (moto para turismo) GL 1800 Gold Wing. Seu motor é o mesmo seis cilindros, com pistões opostos horizontalmente, de 1.832 cc ou 1.8 litro.
Com freios ABS como opcional, a moto perdeu as carenagens que envolvem a Gold Wing tradicional e ganhou visual moderno, com destaque para o farol dianteiro. As alterações deixaram a Valkyrie cerca de 70 kg mais leve que a Gold, que tem 387 kg.(http://radiosertao9.com/)

domingo, 3 de novembro de 2013

Imposto sobre bicicletas no Brasil é de 40,5%, contra 32% dos tributos sobre carros

fábrica Verden Bikes em SP produz cerca de 40 mil bicicletas por ano
fábrica Verden Bikes em SP produz cerca de 40 mil bicicletas por ano
 Embora tenha crescido no país o discurso pró-bicicleta, pelas vantagens ambientais, na saúde da população e para desafogar o trânsito, o governo tributa mais as “magrelas” que os carros, beneficiados por incentivos fiscais, que podem ser prorrogados até 2014. Segundo estudo obtido com exclusividade pelo GLOBO e elaborado pela Tendências Consultoria para a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), o imposto que incide sobre as bicicletas no país é de 40,5% em média, contra 32% dos tributos no preço final dos carros, de acordo com levantamento da Consultoria IHS Automotive no Brasil. A falta de incentivo fica claro na comparação do IPI: a alíquota do tributo federal é de 3,5% para carros populares, contra 10% para as bicicletas produzidas fora da Zona Franca de Manaus (ZFM, onde há isenção, mas que produz apenas 21% do total do país).
Com isso, o Brasil tem umas das bicicletas mais caras do mundo. Uma bike comum, aro 26 e 21 marchas, vendida em média a R$ 400 no Brasil, é cerca de 54% mais cara que uma similar nos Estados Unidos, onde sai por R$ 259, segundo pesquisas em sites de compras. A bicicleta dobrável, ideal para uso de forma integrada ao transporte público, custa R$ 640 no Brasil, contra R$ 477 na Alemanha.
- Com todos os benefícios da bicicleta me parece descabido este elevado grau de impostos. A população tem se conscientizado, algumas cidades estão criando infraestrutura de ciclovias e ciclofaixas, mas falta, ainda, a questão tributária - afirmou Marcelo Maciel, presidente da Aliança Bike, que reúne 53 empresas do setor. Segundo o estudo, em média, uma bicicleta que sai de uma fábrica brasileira tem seu preço elevado em 68,2% devido aos impostos, levando em conta o mix de produção do Brasil, uma vez que a produção de Manaus, 21% do total, tem menos impostos. Levando em conta apenas o preço de uma bicicleta fabricada no resto do país, os tributos elevam em 80,3% seu preço, ou seja, nestes casos, uma parcela de 44,5% do preço final das bikes é tributos.

Lamborghini Gallardo,no Roda7